Formato: e-wook / capa mole
N.º páginas: 182
PVP: 4,99€ / 13,30€

   O admirável mundo de O motor do caos e da destruição. A estranheza de um futuro distópico na mais recente obra da Coolbooks.

   Depois de O longo caminho de regresso, publicado pela Coolbooks em 2016, António Bizarro regressa à críptica Saint Paul, à procura de O motor do caos e da destruição, já disponível na livraria virtual Wook, na Bertrand.pt e no Espaço Professor da Porto Editora.
   Permeada pela estranheza de um futuro industrial e apocalíptico, a megalópole de Saint Paul – onde passado e futuro colidem, transformando-se mutuamente - assume o protagonismo do fio condutor ao longo dos doze contos que compõem este livro.
   O confronto pela Espada de Deus, uma palavra capaz de dizimar a Humanidade, a luta pela sobrevivência no vórtice do êxodo casa-trabalho-casa, psicopatologias que dominam o quotidiano da cidade: O motor do caos e da destruição é uma visão de um futuro distópico, numa obra de ficção-científica que expande um notável universo pessoal com referências que vão desde J.G. Ballard e Joy Division a David Cronenberg.

SINOPSE
   Uma palavra encontrada num livro antigo tem o potencial de dizimar a Humanidade, e duas facções distintas digladiam-se pela sua posse na cidade da indústria.
   As autoridades de Saint Paul entram em alerta total devido a uma ameaça vinda dos céus da cidade, e cabe ao inspector Lindberg travá-la.
  O mote sexo, drogas e rock industrial manifesta-se na forma de uma estranha doença que aflige Julian Kronenburg, vocalista da banda Brides of Christ.
   Numa Saint Paul futurista, o êxodo pendular casa-trabalho/trabalho-casa torna-se numa luta diária pela sobrevivência. A queda de um realizador de cinema no vazio arrasta consigo Felix e Melissa, os quais acabam por se unir na sua luta contra o medo e a solidão.
   Um escritor atravessa o mundo e os séculos, carregando um segredo terrível, e encontra a sua alma gémea em Saint Paul. A mesma tecnologia que permite repovoar a Terra após o Apocalipse Andróide serve para despoletar psicopatologias latentes, bem como o aparecimento de novos e terríveis crimes.
   Nas palavras do escritor G.H. Ballantine, «o tempo é o motor do caos e da destruição», e em Saint Paul o passado e o futuro colidem, transformando-se mutuamente.

O AUTOR
   António Bizarro nasceu em 1978, na cidade de São Paulo, e cresceu no Barreiro; atualmente reside em Pirescoxe, a meio caminho entre um castelo do século XV e uma oliveira milenar. Em 2006 integrou o split-CD ‘Seek And Thistroy!’, da Thisco Records, que incluía o seu projecto de música electrónica City of Industry e as bandas Devhour e Tatsumaki. Em 2010 editou o seu primeiro livro, ‘Siamese Dream’. Em 2015 lançou o seu primeiro álbum em nome próprio, ‘Opus I: Dark Room’, disponível para download em https://soundcloud/antoniobizarro, e o livro ‘Fragmentos – Tony Dornbusch’, através do seu blog http://androidapocalypse.blogspot.pt.
   Em 2016 publicou o seu terceiro livro, ‘O Longo Caminho de Regresso’, através da Coolbooks.

Sinopse:
   Jennifer sai para fazer um piquenique com seus amigos, e não amigos, perto de uma cachoeira fora da cidade. Mas os planos não saem como o esperado.
   Eles são atacados por uma fera que os encurrala dentro de uma gruta. A coisa fica feia, e o resultado: ela acorda dentro de um bote salva-vidas, cheio de pessoas desconhecidas, dentro de um castelo quase submerso, com um ferimento grave nas costas e uma dor no peito pela perda de um amigo.
   Com dificuldade, ela e os demais saem daquele lugar sem sentido, abrindo as portas para um mundo desconhecido. Céu azul, pomares, riacho, montanhas ao longe... um lugar perfeito tirando o fato de estarem isolados de tudo e de todos, sem ao menos saber como foram parar ali.
   O tempo passa. A dor continua. E as perguntas persistem.
   Descobertas surgem, assim como poderes sem explicação.
   Sonhos sem sentido passam a atormentá-la. Passado. Presente.
   Futuro. Visões que ela não sabe explicar. E uma delas, a leva a um lindo diário dourado que apenas ela consegue ler.
   O que antes parecia ser uma solução, torna-se motivo para uma jornada sem volta. Em direção ao castelo onde mora a princesa Jade: temida e controladora.
   No meio do caminho, encontram um maguinho enigmático e desconfiado que com seu urso, Xelim, os acolhem e lhes dão algumas respostas, assim também como dúvidas.
   Eles passam então a saber um pouco do que viriam a enfrentar.
   No entanto, não o suficiente para prepará-los para o que aconteceria.

Opinião:
   Nos mês passado recebi pelo correio esta surpresa da parte da Chiado Editora (Muito Obrigada!). Adoro surpresas destas e fiquei desde logo fascinada pela belíssima capa deste livro. 
   Quando li a sinopse achei, e ainda acho, que é um pouco longa. Não havia necessidade de ser tão extensa para nos deixar curiosos, pois parece-me que acaba por revelar demais o que vai acontecer na história. 
   Após iniciar a leitura do livro, confesso que me fez alguma confusão o facto de estar escrito em português do Brasil. Nunca tinha lido um livro tão grande com este tipo de escrita, mas a história foi-me cativando e essa questão ficou para segundo plano.
   A escrita do livro é leve, fluída, simples e cativante, tendo muitas vezes um toque humorístico que traz um encanto especial à história. A escritora dá-nos a conhecer um pouco dos seus gostos musicais através da música que os personagens ouvem durante a narrativa.
   A história é um pouco lenta no início e com pormenores em demasia, sendo que algumas partes se tornam um pouco repetitivas e poderiam ser omitidas. Ainda assim, a história acabou por me prender com várias situações caricatas e bastante originais. 
   À medida que a narrativa avança, e a história vai tomando forma, a dose de suspense aumenta e comecei a ficar cada vez mais curiosa e com vontade de virar capítulos num instante. 
    Os personagens, que nos são apresentados, são jovens, divertidos, e cativantes. Têm, regra geral, personalidades muito fortes, com sentido de humor e poderes muito interessantes. Porém, ao longo da história, vão sempre surgindo novos personagens e seres míticos que acrescentam ainda mais riqueza e suspense a toda a narrativa.
   Esta é sem dúvida uma história de reviravoltas impressionantes e acontecimentos inesperados!
   O final do livro deixa-nos a desejar ler rapidamente o próximo volume, pois a história fica em aberto, sem conclusão.
    Recomendo a todos os que gostam de magia e criaturas mágicas, principalmente a um público mais jovem.

Classificação:

PVP 18,80€ 
560 páginas

   A Oficina do Livro publicou o livro Quando Portugal Ardeu, novo livro do jornalista Miguel Carvalho, um grande trabalho em torno das histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril.

   Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril é o que nos propõe o jornalista Miguel Carvalho naquele que é o seu segundo livro na Oficina do Livro, depois de A Última Criada de Salazar.
   O Grande Repórter da revista Visão procura, em Quando Portugal Ardeu, responder a algumas questões difíceis e, ainda hoje, polémicas: Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o «comunismo»? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento?
   Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.

   Miguel Carvalho nasceu em 1970, é Grande Repórter da revista Visão desde dezembro de 1999. Em 1989, concluiu o Curso de Radiojornalismo do Centro de Formação de Jornalistas do Porto. Trabalhou ainda no Diário de Notícias e no semanário O Independente. Venceu o Prémio Orlando Gonçalves (Jornalismo), em 2008, e o Grande Prémio Gazeta, do Clube dos Jornalistas, em 2009. Nasceu no Porto, cidade que ama e onde gostaria de viver até ser pó, cinza e nada

   O passatempo "Equilíbrio I - O Despertar", com a colaboração da Chiado Editora, chegou ontem ao fim e, como não gosto de vos fazer esperar, quero partilhar já convosco o vencedor. 
   A adesão ao passatempo foi excelente e espero que o vencedor fique satisfeito com este maravilhoso prémio!
   Sem mais demoras, quem venceu o passatempo foi... a Carina Sofia! Muitos Parabéns! Em breve receberás um email para me confirmares os teus dados e poderes receber o prémio. 

   Muito obrigada a todos por participarem e, se não venceram, não desanimem pois em breve teremos mais passatempos aqui no blog. Fiquem atentos! 
   Até breve...